O release, tradicional peça usada pelas assessorias de imprensa para impactar as redações, pode ser usado como notícia corporativa em plataformas de distribuição de notícias. O texto tem caráter informativo e é um recurso digital estratégico. Ele deve ser elaborado considerando não somente os profissionais de imprensa, mas, também, os algoritmos de buscas, tornando o release mais eficiente e assertiva.
Na prática, isso significa que o release precisa ser escrito, antes de tudo, com a qualidade jornalística de sempre, mas, agora, também estruturado para ser facilmente encontrado pelos algoritmos de busca e modelos de inteligência artificial, caso haja no planejamento a ação de que sejam publicados em plataformas de distribuição de notícias. A lógica é simples: se a máquina não consegue identificar a relevância e a estrutura do seu conteúdo, ele dificilmente chegará ao público que você busca atingir.
Segundo uma pesquisa realizada pela Muck Rack: State of PR em 2025, 58% dos jornalistas e redatores de agências usam a IA para pesquisas e produção de releases, buscando contribuir com a otimização adequada dos textos para um bom rendimento.
O conteúdo corporativo como fonte confiável para humanos e IAs
Primeiramente, é importante entender: o objetivo não é “agradar” a IA, mas, sim, facilitar o seu trabalho. As boas práticas de SEO e GEO são um novo padrão de redação que ajuda a destacar a informação de qualidade. O uso correto de palavras-chave, intertítulos (H1, H2 e H3) e dados estruturados funciona como uma sinalização clara para as máquinas, que rastreiam e indexam o conteúdo.
Ou seja, um release ou conteúdo corporativo bem escrito, com informações precisas e dados estruturados, se torna uma fonte confiável de informação. Quando uma IA busca um tema específico, ela é programada para priorizar conteúdos claros e bem organizados, facilitando a vida do usuário final. Ao investir nessa estrutura, você não está “treinando um algoritmo”, mas, sim, garantindo que o seu release de qualidade seja o mais indicado para quem realmente precisa dele.
Indexação e visibilidade no ecossistema Google
Você deseja ver o seu release no Google Discover ou nas buscas orgânicas, mas não sabe por que isso não acontece?
Se o release for otimizado com as técnicas de SEO e fizer uso de imagens atrativas, ele tem grande chance de aparecer no Google Discover ou na busca orgânica. Quando hospedado em um site de notícias, portal de distribuição ou até mesmo no site da própria empresa, um release bem estruturado ganha uma nova vida, gerando autoridade a longo prazo e alcançando o público-alvo de forma direta e perene.
A era do release escaneável
O fato é que, em um mundo onde o tempo é cada vez mais escasso, o release precisa ser escaneável para agradar seus dois “leitores”:
- A IA: o algoritmo precisa entender de forma imediata que o texto segue a hierarquia esperada, com título > subtítulo > lead > corpo. O uso correto de headings tags e palavras-chave ajuda a tornar o release interessante aos “olhos do robô”;
- O humano/redação: o mais estratégico a se fazer é usar palavras em negrito, parágrafos curtos e informações-chave em tópicos para convencê-lo sobre o conteúdo com mais facilidade.
O release híbrido: quando a técnica valoriza o conteúdo
A nova forma de fazer release não se afasta do jornalismo, pelo contrário, ajuda a definir a mensagem que você quer passar com maior clareza e o fortalece. O diferencial não é escolher entre a máquina e o humano, mas, sim, usar a técnica a serviço da informação. Um release com estrutura impecável e dados de qualidade tem muito mais chances de ser lido, compreendido e aproveitado pelo jornalista, ao mesmo tempo em que se torna facilmente localizável pelas IAs.
Com uma assessoria de imprensa que entende a relevância de se comunicar com as duas vertentes e que entende essa nova dinâmica, a divulgação dos seus releases chegará ao destino esperado.
Entre em contato com a Usina da Comunicação e veja os seus releases chegando cada vez mais longe!